BOAS VINDAS E EXPLICAÇÕES

TEMPORARIAMENTE FORA DO AR!!!!

Primeiramente....bem vindos ao blog , espero colaborar um pouquinho com a divulgação desse meio maravilhoso que é o dos musicais! As atualizações estão muito difíceis por causa da tremenda falta de tempo que eu tenho ultimamente, espero que logo mais eu possa me empenhar mais aqui no blog! Deixem seus comentários, eu faço de tudo para respondê-los mesmo que demore e os respondo nos próprios comentários!se tiver correções tbm mande...mas eu naum sei qdo vou poder corrigir!! Se você tiver novidades também me procure (POR FAVOR) porque assim fica mais fácil quando eu tiver tempo para vir por aqui!
Desde já agradeço a todos!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A pequena loja de horrores

Sinopse:

Um musical realista sobre um “homem que come” “Vênus Flytrap” e com todos os personagens principais mortos no final do espetáculo parecia muito mais arriscado que a costumeira industria teatral, mas “Little Shop of Horrors” venceu uma critica majoritária por seu humor não convencional que permaneceu em cartaz por mais de 2000 apresentações em seu “Lower East Side” teatro. Baseado em um filme de baixo custo de Roger Corman do ano de 1960, o musical se passa em m loja de flores instalada na “skid row”, onde o submisso Seymore Krelbourn alimenta uma planta chamada Audrey II, em homenagem ao seu amor pela vendedora Audrey .Sendo que a planta misteriosa precisa de sangue para viver, Seymor, em um pacto Faustiano, concorda em alimentá-la e em retorno espera que ela o torne rico e famoso. Logo esse incomum Sweeny Todd encontrou um jeito de todos que quis e quando e vista pela ultima vez o monstro mutante esta prestes a comer a platéia. Uma versão para o cinema foi lançada em 1986.


Autoria
Alan Menken


Howard Ashmann


Roger Corman


Direção

Wolf Maya


Direção musical

Luiz Antônio Barcos


Elenco



Claudia Raia


Eduardo Dusek


Osmar Prado


Eduardo Canto


Tadeu Aguiar

Totia Meirelles


Ronnie Marruda

Um comentário:

Tadeu disse...

Eu também estive neste espetáculo. Eu era o Seymour.
Abraços

Tadeu Aguiar